Sempre inspirado na História de Portugal, o II Festival de Estátuas Vivas tem como tema “De Viriato ao 25 d’Abril”, num total de 18 quadros históricos, com o rico Património de Tomar a servir de cenário.

 Cava de Viriato – Viseu.

 Estátua de Salgueiro Maia – Santarém.

 A noite de 6ª feira começa com ópera no coreto da Várzea Pequena. De seguida, entre o convento de Stª Iria e a praça da República, podem reencontrar-se algumas das melhores Estátuas do Festival 2010. À meia-noite começa a animação nas esplanadas do centro histórico, com música ao vivo até às 2 da manhã.

 Lavadeira, Susana Lopes - 2010Fernando Pessoa, Jorge Figueiredo - 2010 
 
Staticman, António Santos – 2010 Convidado especial
 
D. Henrique, José Pérez Soto  - 2010

 Sábado e domingo de manhã, na ilha-jardim do Mouchão, os mais novos vão deliciar-se com Histórias aos Quadradinhos. As personagens de BD vão ganhar vida nas Estátuas apresentadas por alunos das escolas de Tomar, fazendo a sua estreia na arte da imobilidade expressiva. 

 

Workshop “Queres ser uma Estátua Viva?” - 2011 

  Workshop “Queres ser uma Estátua Viva?” - 2011

 Sábado e domingo são os dias grandes do Festival de Estátuas Vivas, com o público a votar e a escolher os 3 melhores quadros recriados pelos artistas. Para subir ao Convento de Cristo, o transporte é gratuito tal como o acesso ao monumento no circuito em que se desenrola o Festival.

 

F. Piqueiro- Foto Engenho. CMT

Luis de Camões - Nuno Severiano. Vencedor do I Festival Estátuas Vivas de Tomar

 

Propomos ainda uma viagem na Máquina do Tempo, revisitando Thomar entre últimas décadas do século XIX e meados do século XX, através das grandes ampliações de A. Silva Magalhães e António Passaporte espalhadas pela cidade. O regresso ao passado completa-se à mesa, do café ou restaurante, tomando um capilé ao fim da tarde ou redescobrindo sabores de outros tempos. 

 

1871, A. Silva Magalhães-Arq. Municipal Silva Magalhães 1960, António Passaporte - Arquivo Municipal Silva Magalhães

 

 PROGRAMA

 

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